segunda-feira, 6 de outubro de 2014

MOBILIDADE E UBIQÜIDADE NO CONTEXTO DE VIRTUALIZAÇÃO DA ESCOLA
Prof. Esp. Francisco das C. M. dos Santos
A temática, escola virtualizada, nos remete a realização de uma análise dentro de uma visão de transformação tecnológica educacional, num contexto de interatividade, que pode abrir novas formas de vivências e convivências no processo de ensino e aprendizagem. E, sendo o educador, nesse novo panorama educativo, um agente provocador, para uma ação contínua, de pesquisa crítica de forma colaborativa e cooperativa, tornando o educando, um dinâmico (re)construtor do conhecimento.
As tecnologias de comunicação e a convergência tecnológica rompem, assim, com o conceito de espaço fixo, redimensionando-o. Ao mesmo tempo em que viabilizam mais comunicação, mais proximidade, mais colaboração, mais interação e mais educação, possibilitam, igualmente, mais informação. (Conteúdo do Módulo – Ambiente E-proinfo, 2011)
E, nesse cenário, a convergência tecnológica com o seu dinamismo (mobilidade), possibilita através do uso de diversificadas ferramentas de comunicação, permitindo uma interação, rompendo o espaço e tempo, abrindo possibilidades de conexões de redes em diferentes lugares em tempo real (ubiquidade) dando mais condições para o desenvolvimento de habilidades e competências educacionais favorecendo a aquisição e/ou (re)construção de conhecimentos.
Ao mesmo tempo, do ponto de vista da memória dos lugares, podem ser ampliadas as capacidades de reunir questões locais em torno do um imaginário coletivo, da transmissão de saberes, do conhecimento passado de geração em geração, da promoção de uma identidade e da participação civil. (LEITE, 2011, p. 113)
Para isso, há a necessidade da escola, desenvolver propostas didático-pedagógicas criadas a partir de discussões da própria comunidade escolar, condizentes com a sua realidade e de maneira ética, para que o uso de tais recursos tecnológicos seja realizado com responsabilidade e carência, para um real aproveitamento, proporcionando assim, o desenvolvimento de potencialidades, tanto do educador como, principalmente do educando.
Assim, para que ocorra o uso ético da virtualização da escola, é necessária a elaboração de planos pedagógicos consistentes, advindo de um planejamento que contemple o cotidiano escolar. Tal plano pedagógico deve objetivar um trabalho integrado e globalizado, com ações formativas e informativas, num aperfeiçoamento contínuo na busca pela melhor forma de uso possível de todos os aparatos tecnológicos em prol do desenvolvimento educacional e o crescimento integral de todos os envolvido no processo.
Referências
LEITE, Julieta. A ubiqüidade da informação digital no espaço urbano. In: LOGOS 29 Tecnologias e Socialidades. Ano 16. 2º semestre 2008. Disponível em: http://www.logos.uerj.br/PDFS/29/10JULIETA_LEITE.pdf. Acessado em 26 de abril de 2011.
AMBIENTE E-PROINFO. Convergências das mídias. Etapa 3: Mobilidade e ubiqüidade. Disponível em: http://eproinfo.mec.gov.br/fra_def.php?sid=3FD87FCD85CF8B44A999430B0B5D7C37. Acessado em 26 de abril de 2011.
UMA REFLEXÃO SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS, EDUCAÇÃO EAD E CIDADANIA
Prof. Esp. Francisco das C. M. dos Santos
Tecnologia e a Acessibilidade aos Recursos da EAD
A educação ainda é sem dúvida um dos processos que pode possibilitar tanto o acesso como também o exercício da cidadania, entretanto, embora se conceba tamanha importância, ainda é necessário ações direcionadas à educação, de maneira menos burocrática e mais dinâmica, de modo a facilitar o acesso a uma educação de qualidade e que prime pelo desenvolvimento do ser humano para um efetivo exercício na sociedade.
E nessa perspectiva o MEC (Ministério da Educação e Cultura), direciona ações de políticas públicas que objetiva melhoria e qualidade na educação tornando a EaD uma modalidade de ensino e aprendizagem proporcionado a elaboração e execução projetos e programas destinados ao público discente, docente, tendo também ações direcionadas ao publico em geral entre os quais:
·      Portal Domínio Público (biblioteca virtual) - www.dominiopublico.gov.br;
·      Projeto DVD Escola;
·      E-proinfo (ambiente colaborativo de aprendizagem) - www.eproinfo.mec.gov.br;
· E-TEC-BRASIL - Programa Escola Técnica Aberta do Brasil, Edital 01/2007/SEED/SETEC/MEC;
·  FormAÇÃO pela Escola - programa de formação continuada, na modalidade a distância em parceria, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com a Secretaria de Educação a Distância (SEED/MEC);
·      Mídias na Educação;
·      Proinfantil - curso em nível médio, à distância, na modalidade Normal;
·     Proformação - curso à distância, em nível médio, com habilitação para o magistério na modalidade Normal, realizado pelo MEC em parceria com os estados e municípios;
·      Prolicenciatura;
·   Rádio Escola - Programa Rádio Escola desenvolve ações que utilizam a linguagem diofônica para o aprimoramento pedagógico de comunidades escolares, o desenvolvimento de protagonismos cidadãos e o treinamento de grupos profissionais;
·      RIVED (Rede Interativa Virtual de Educação) - www.rived.mec.gov.br;
·   TV Escola- canal de televisão do Ministério da Educação que capacita, aperfeiçoa e atualiza educadores da rede pública desde 1996;
·      Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) - www.uab.capes.gov.br;
Considerações
Nesse contexto, a EaD apresenta-se como uma possibilidade de acesso alternativo e de oportunidade ao desenvolvimento da aprendizagem dentro de um contexto democrático, além de dá condições para o educando na busca pela autonomia no gerenciamento do processo de aprendizagem, bem como o uso de recursos tecnológico de forma a facilitar a apreensão e construção do conhecimento.
Referências
www.uab.capes.gov.br. Acessado em outubro de 2013.
www.rived.mec.gov.br. Acessado em outubro de 2013.
www.eproinfo.mec.gov.br. Acessado em outubro de 2013.
www.dominiopublico.gov.br. Acessado em outubro de 2013.
O USO DOS BLOGS NO AMBIENTE ESCOLAR
Profa. Esp. Cleide Coelho do Nascimento
Prof. Esp. Francisco das C. M. dos Santos
Introdução
Weblog, blog, blogue, caderno digital, diário on-line, entre outros nomes conhecidos, foram os termos que entraram no cotidiano das escolas, através de professores e mais precisamente pelos alunos que são mais familiarizados com as ferramentas ligadas a internet.
Os Blogs hoje promovem trocas de ideias e relacionamentos entre alunos, pois a internet potencializa a interação entre estes, possibilitando novos contatos e construções colaborativas.
O ambiente Blog é uma das diversas tecnologias da comunicação e informação disponíveis na rede Web. A aplicabilidade da ferramenta pode ser entre outras, dentro de contexto: informativo, recreativo, jornalístico, comercial e principalmente educacional, ou seja, o uso dependerá dos objetivos propostos e o usuário a quem se destina.
O Ambiente Blog dentro de uma Perspectiva Interativa educacional
O Blog é ferramenta educacional centra-se essencialmente em aspectos de caráter pedagógico relacionado diretamente com o processo de ensino e aprendizagem, proporcionando intercambio de diferentes saberes, além de promover a utilização dos mesmos como espaços de desenvolvimento de debates entre diferentes grupos com interesses comuns, a troca de experiências e relacionamentos entre alunos através da inserção digital que pode nesse contexto, promover técnicas de motivação para leitura e construção de texto digital.
Os ambientes virtuais de aprendizagem proporcionam a seus visitantes interfaces dinâmicas de fácil acesso e manuseio.
O ambiente virtual de aprendizagem deve favorecer a interatividade entendida como participação colaborativa, bidirecionalidade e dialógica, e conexão de teias abertas como elos que traçam a trama das relações. O informata que programa esse ambiente conta, de início, com o fundamento digital, mas para garantir hipertexto e interatividade terá que ser capaz de construir interfaces favoráveis à criação de conexões, interferências, agregações, multiplicidade, usabilidade e integração de várias linguagens (sons, textos, fotografia, vídeo). Terá que garantir à possibilidade de produção conjunta do professor e dos alunos e ai a liberdade de trocas, associações e significações como autoria e co-autoria. (SILVA, apud SILVA, 2005, p.199).
Os Blogs como recurso pedagógico pode ser utilizado de diversas formas dependendo do interesse do seu criador. Podendo ser como um espaço de acesso à informação especializada, um espaço de disponibilizarão de informação tanto por parte de professores como por parte dos alunos ou ainda como um portfólio digital, um espaço de intercambio e colaboração, debate e integração.
Os blogueiros podem publicar diversos tipos de conteúdos como: textos, links, fotos poesias, idéias piadas, notícias. Os weblogs voltados para a educação podem ser utilizados como: um jornal acadêmico; um espaço de reflexão e discussão de estudantes; uma forma de construir conhecimento de forma autônoma e colaborativa; uma ferramenta para estimular pesquisas; uma memória coletiva para registrar os conhecimentos adquiridos pela turma durante os projetos de estudo, sendo possível enriquecer os relatos com links, fotos, ilustrações e sons.
Os Blogs em meios a tantas outras ferramentas disponíveis na internet e por ser de fácil criação e usabilidade podendo assumir a forma de um portfólio digital, um espaço de intercâmbio colaboração, integração ou um simples espaço de debate e assim pode contribuir significativamente para a construção do conhecimento. Deve-se ter em mente que o conhecimento se constrói ao longo do tempo e se consolida por meios das trocas, das colaborações e interações firmadas entre grupos de interesses comuns.
Os Blogs abrem aos usuários, a possibilidade de colaborar na construção do conteúdo e criar em co-autoria. São canais de expressão e comunicação que promovem o contato entre pessoas de interesses comuns. Neste contexto professores podem potencializar a comunicação interativa e incentivar a prática da leitura e criação de textos entre alunos em um ambiente digital.
Considerações
O ambiente virtual blog é uma ferramenta de comunicação e interação que os educadores devem dispor para desenvolver aulas e explorar conteúdos com maior profundidade. Sua utilização pode melhorar a interação entre os sujeitos participantes do processo educacional e tornar as atividades mais divertidas e criativas, de maneira lúdica, além de proporcionar a divulgação de trabalhos e experiências realizadas no meio escolar.
Dessa maneira, se usados com vistas à educação, podem promover a troca de ideias e o relacionamento entre todos os participantes do processo educacional. É um espaço aberto à autoria e a produção, tanto individual como em grupo, servindo de elo entre a criação e o conhecimento, de maneira que através dessa aprendizagem ativa pode-se favorecer a aprendizagem.
Referências
ABRANCHES, Sérgio Paulino. Informática e Educação - o Paradigma Pedagógico da Informática Educativa: Algumas implicações para o Trabalho Docente.  Julho / 2000. Disponível em: <http://www.revistaconecta.com/conectados/abranches_paradigma.htm>. Acessado em junho de 2014.
ARAÚJO, Artur Vasconcellos. A noticia que é noticia: o blog jornalístico. Disponível em: <http://homer.nuted.edu.ufrgs.br/ObjetosPEAD2006/obj_blog/conceito.pdf>. Acessado em junho de 2014.
ARAÚJO, Luiz H. L. FILHO, Gentil J. Lucena. Comunidades virtuais de aprendizagem: novas dinâmicas de aprendizagem exigem novas formas de avaliação. Disponível em:<http://homer.nuted.edu.ufrgs.br/ObjetosPEAD2006/obj_blog/CVAsbie2005.pdf>. Acessado em junho de 2014.
AUSUBEL, D.P., NOVAK, J.D. e HANESIAN, H. Psicologia educacional. (trad. De Eva Nick et al.) Rio Interamericana, 1980. 625 p.
MORAN, José Manuel. Como utilizar as tecnologias na escola. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/prof/ moran/utilizar.htm>. Acessado em junho de 2014.
Fonte: www.snctcaxias2014.com.br
PAUTA DO 6º ENCONTRO DE ÁREA DE MATEMÁTICA DE 2014
Local: UEM Lourdes Feitosa
Data: 23/09/2014
Horário: 8h – 11h30 e 14h – 17h30
ABERTURA
·      Acolhimento e boas vindas.
TEMAS E ATIVIDADES A SEREM TRABALHADAS NO ENCONTRO
·      Resultados do IDEB 2013 – avanço ou retrocessos?:
ü Resultado nacional;
ü Resultado Estadual;
ü Resultado Municipal;
ü Minha Escola.
·      Perspectivas e desafios no processo avaliativo;
·      Uma reflexão sobre os descritores de Matemática avaliados na Prova Brasil.
·      Socialização do planejamento Escolar e sugestões.
ALGUNS INFORMES
·      PROFMAT;
·      Exame de proficiência em língua estrangeira;
·      Curso básico de Língua Portuguesa – Coord. Ped. Língua Portuguesa SEMEDUC;
·      SNCT 2014.
AVALIAÇÃO E SUGESTÕES

sábado, 6 de setembro de 2014

CONHECENDO POUCO SOBRE O TUX PAINT
Prof. Esp. Francisco das C. M. dos Santos
O que é?
Este tipo de software pode ser usado na Educação Infantil e Ensino Fundamental. Programa de desenho apresenta funcionalidades interessantes como a utilização de carimbos e a existência efeitos sonoros variados. Características adequadas a uma proposta de educação mais construtivista.
Algumas Vantagens.
·   Não é necessário ter conhecimento amplo em informática para poder aproveitar todas as suas ferramentas.
·   Pode ser explorado por todas as disciplinas e as atividades que podem ser desenvolvidas são bastante vastas, podendo variar dependendo da disciplina e conteúdo.
·    Desenvolve a criatividade, a imaginação, a auto capacidade de forma lúdica.
O podemos fazer com o tux paint?
·      Elaborar desenhos, colorir, construir formas;
·      Criar cenários e ambientes conhecidos;
·      Produções artísticas.
Considerações
É um programa de auxílio em qualquer aula, com ele os alunos podem montar seus próprios desenhos de forma simples e divertida, desenvolvendo assim sua criatividade.
Sua interface é muito intuitiva, pois possui uma barra de ferramenta disponível, e dentro de cada uma existem diversas funções e modelos que o aluno pode utilizar conforme sua necessidade.
Referências
http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/arquivos/tuxpaint-tutorial.pdf. Acessado em setembro de 2014.
http://www.gnu.org/education/edu-software-tuxpaint.pt-br.html. Acessado em setembro de 2014.
CONCEITUANDO CURRÍCULO: ABRANGÊNCIA E SEU PAPEL NO PROCESSO EDUCACIONAL
Prof. Esp. Francisco das C. M. dos Santos
O currículo escolar inicialmente a partir de sua origem, representou o conjunto de seleção e organização de atividades e conteúdos dentro do processo didático-pedagógico realizada por professores que tem como finalidade o desenvolvimento de ações para a apropriação do conhecimento pelo educando, mas que de forma geral apresenta um direcionamento voltado para um sentido dicotômico: ora disciplina, ora curso como é citado por Santos e Grumbach (2010, p. 100):
O termo currículo foi aportuguesado do latim curriculum que, em sua origem e abrangência mais geral, significa curso, rota, carreira, corrida, percurso. Seu termo tem sido utilizado de forma indiscriminada, tanto para designar um programa de uma disciplina ou de um curso, como também no sentido mais amplo, quando se refere às várias atividades educativas, por meio das quais o conteúdo é desenvolvido.
Já na atualidade, o termo é compreendido dentro de um contexto mais abrangente no que se refere ao seu significado e função educacional, superando o conceito tradicional, “[...] o currículo, numa visão mais atual e progressista, é mais que uma lista de conteúdos a serem transmitidos para um aluno passivo”. (SANTOS e GRUMBACH 2010, p. 100) tendo em seu processo sua estrutura baseada em três aspectos intimamente inter-relacionados, que são: o que ensinar, quando ensinar e como ensinar, de maneira a favorece a busca do desenvolvimento de um processo mais dinâmico numa perspectiva de crítica.
O que se busca é um currículo de reconstrução social numa perspectiva crítica, que leve em consideração não só a natureza do aluno e de seu processo de aquisição do conhecimento, mas também a sua participação no movimento curricular vinculado à sua realidade e contexto social. (SANTOS e GRUMBACH 2010, p. 101)
Diante disso o currículo educacional apresenta-se no meio educacional com o papel de articular o planejamento de atividades pedagógicas pré-definidas relacionadas às metas educacionais com base em questões e no contexto em que educadores e educandos estão inseridos, manifestadas pelas relações sociais na e da escola, de maneira a propor uma interação entre conteúdo estudado e realidade concreta, visando uma real transformação do ser humano e de sua atuação na sociedade.
Falamos de currículo quando selecionamos atividades e sistematizamos os conhecimentos em conteúdos disciplinares, em séries ou em ciclos numa grade curricular, ou quando pensamos em conteúdos de programa da matéria, no qual é feita uma listagem de tópicos de uma disciplina com alguma seqüência, para fins de organização do processo de ensino nos planos de curso organizados pelos professores, por exemplo.
Outra forma mais atual é quando os professores buscam eleger conhecimentos a partir de temas geradores, núcleos conceituais ou na forma de projetos interdisciplinares, ou então, quando buscam dialogar com os alunos a respeito dos seus interesses e, a partir daí, incluem temáticas em seus planejamentos consideradas relevantes para a prática social futura dos mesmos. O currículo também está presente no processo de aprendizagem quando tratamos do currículo oculto e de seus efeitos, isto é, os valores e as atitudes: “as crenças que foram transmitidas, tacitamente, pelas relações sociais, e rotinas da escola e da sala de aula”.
(SANTOS e GRUMBACH 2010, p. 106)
Nesse contexto, para que não se apresente de forma linear, sequencial e estático sua é necessário que os conteúdos disciplinares não sejam fragmentados e rigidamente separados entre o conhecimento científico e o conhecimento do cotidiano, além é claro de se levar em conta o trabalho interdisciplinar e na organização sistematizada dos elementos componentes do planejamento: objetivos, conteúdos, metodologias, o uso de recursos coerentes e avaliação, de forma que cada escola adapte o Currículo Nacional ao seu contexto próprio, não esquecendo também o contexto da sociedade atual.
REFERÊNCIAS
IFMA. <http://moodle.ifma.edu.br/course/view.php?id=700>.  Acesso em: Outubro/2011.
SANTOS, Ana Lúcia Cardoso dos. GRUMBACH, Gilda Maria. Didática. v. 2  3 ed. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2010. 
PAUTA DO 5º ENCONTRO DE ÁREA DE MATEMÁTICA DE 2014
Local: UEM Lourdes Feitosa
Data: 25/08/2014
Horário: 8h – 11h30 e 14h – 17h30
ABERTURA
·       Acolhimento e boas vindas.
TEMAS E ATIVIDADES A SEREM TRABALHADAS NO ENCONTRO
·       O uso de software em sala de aula;
·       Explorando o desenvolvimento de estratégias na resolução de cálculo;
·       Oficina prática usando o Software Calculadora Quebrada, Trilhas da Tabuadae Adição Maluca;
·       Modelamento dos Softwares: Calculadora Quebrada, Trilhas da Tabuadae Adição Maluca para material impresso.
·       Socialização do planejamento Escolar e sugestões.
ALGUNS INFORMES
·       PROFMAT;
·       Exame de proficiência em língua estrangeira;
·       OBMEP 2014 – 2ª fase;
·       SNCT 2014.
AVALIAÇÃO E SUGESTÕES
PAUTA DO 4º ENCONTRO DE ÁREA DE MATEMÁTICA DE 2014
Local: UEM Lourdes Feitosa
Data: 29/07/2014
Horário: 8h – 11h30 e 14h – 17h30
ABERTURA
·       Acolhimento e boas vindas.
TEMAS E ATIVIDADES A SEREM TRABALHADAS NO ENCONTRO
·       Uso do Laboratório de Informática e outras tecnologias em sala de aula;
·       Álgebra e Função: Possibilidades didático pedagógico de exploração no Software GeoGebra;
·       Oficina prática usando o Software GeoGebra;
·       Análise de desempenho do aluno – 1º Semestre;
·       Socialização do planejamento Escolar e sugestões.
ALGUNS INFORMES
·       PROFMAT;
·       Exame de proficiência em língua estrangeira;
·       OBMEP 2014 – 2ª fase;
·       SNCT 2014.
AVALIAÇÃO E SUGESTÕES

O PAPEL DA MANIPULADORA DE ALIMENTO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

1. Atribuições da manipuladora de alimento

Segundo a Lei nº 206 de 29/12/2004 que dispõe sobre alterações na Lei Complementar nº50, de 01/10/1998, no capítulo II, Seção II, Artigo 9° define as atribuições do profissional:

A) Nutrição Escolar, cuja as principais atividades são: preparar os alimentos que compõem a merenda, manter a limpeza e a organização do local, dos materiais e dos equipamentos necessários ao refeitório e a cozinha, manter a higiene, a organização e o controle dos insumos utilizados na preparação da merenda e das demais refeições.

2. Responsabilidades das manipuladoras de alimento

Recebimento dos gêneros alimentícios e a devida conferencia dos mesmos, ou seja, observação da embalagem, o aspecto visual dos alimentos, prazo de validade e peso; e Higienização dos utensílios, moveis e equipamentos.

3. Principais Funções das manipuladoras de alimento

a) Zelar pela limpeza e organização da cozinha;

b) Receber do nutricionista e da direção da escola as instruções necessárias;

c) Receber os alimentos e demais materiais destinados à Alimentação Escolar;

d) Controlar os estoques de produtos utilizados na alimentação escolar;

e) Armazenar alimentos de forma a conserva-los em perfeito estado de consumo;

f) Preparar as refeições destinadas ao aluno durante o período em que permanecer na escola, de acordo com o cardápio do dia;

g) Distribuir as refeições, no horário indicado pela direção da escola;

h) Organizar o material sobe sua responsabilidade na cozinha e nas dependências da cozinha;

i) Cuidar da manutenção do material e do local sob seus cuidados;

j) Trajar uniforme fornecido pelo setor de Alimentação Escolar.

4. Situações Inadequadas para o Exercício da Função das manipuladoras de alimento

a) Provar alimentos na mão ou com mesmo utensilio utilizado para mexer as preparações;

b) Provar alimentos em cima das panelas;

c) Fumar, come, tossir, espirrar, cantar, assoviar, falar demais ou mexer em dinheiro durante o preparo de alimentos;

d) Não usar adornos (brinco, anéis, aliança, pulseira, gargantilha, fitinhas, relógio e piercing);

e) Não usar maquiagem e perfume;

f) Manter os cabelos presos e totalmente protegido com touca;

g) Não carregar no uniforme objetos como: carteira, cigarro, celular, relógio, caneta e outros;

h) Evitar o uso do EPI (Equipamento de proteção individual) fora do ambiente de manipulação de alimentos.

5. Importância das manipuladoras de alimento Como Educadora na Alimentação Escolar

Sabe-se que a alimentação é um ato de amor e de doação, sendo assim, a merendeira está doando, através do seu trabalho diário, amor ao estudante que se alimenta na escola. E com isso a troca de afetividade entre a merendeira e o alunado, uma vez que a merendeira toma um papel de segunda mãe ou vó no ambiente escolar.

Não apenas o preparo, mas também o momento de servir ao aluno deve ser feito com esmero e cuidado. Para tanto é preciso sempre valorizar o trabalho dessas profissionais mesmo que seja com uma palavra de carinho ou de agradecimento, isso justificado pelo amor ao preparar o alimento. Estabelecendo-se, desse modo, um elo afetivo entre o estudante e a merendeira

O Governo Federal por meio do Conselho Nacional de Educação (CNE) criou a “AREA 21”. Que significa que os profissionais vêm sendo reconhecidos pelo seu trabalho no interior das escolas, ou seja, tem o papel fundamental na escola, como colaboradora da educação dos alunos.